_target

March 16, 2006

A Macromedia, não sei porque razão, não se livrou dos paths baseados em slashes “/”. Desde a versão 5, a notação por pontos vem sendo recomendada, e as barras se tornaram codificação “deprecated”.

Ocorre que a propriedade _target, que retorna o path de um determinado elemento, sempre retorna o valor nos moldes de _level1/a/b/c.

OK, é só mais um post exemplo, eu não tinha realmente nada muito criativo pra por aqui. 😛

O futuro é assíncrono.

November 21, 2005

A forma como as informações transitam numa aplicação sempre me pareceram obscuras. Quando comecei a trabalhar com internet, nos idos de 1995, as principais aplicações eram então feitas em Pearl, numa época que não existia ainda o Internet Explorer da Microsoft, e o Netscape ainda engatinhava numa versão que sequer lia tabelas no HTML.

Ainda não reconhecia as limitações das linguagens então existentes (o ASP surgiu pouco tempo depois). A questão é que quando via a estrutura do acontecimento das interações com estas ferramentas, era obrigado a aceitar que as coisas eram daquela forma. Tudo recarregava as páginas. Nada podia ser reescrito numa tela existente. Desta forma, existia grande diferença de usabilidade entre os aplicativos que rodavam na web e os aplicativos que rodavam num browser.

A redenção veio talvez por um caminho inusitado: desenvolvimento de aplicações em Flash. Fui grande entusiasta do início desta ferramenta que cresceu, amadureceu e conquistou seu espaço a despeito do nariz torcido dos desenvolvedores e defensores de tudo o que é livre, aberto e gratuito. Desde o Flash 5, lançado em 2000, as trocas assíncronas são viáveis, com todo o feedback visual possível, e, acima de tudo, cross-browser, rodando em mais de 95% da base instalada. Ouço muito os defensores de AJAX dizer que desde 98 era possível usar a ‘adormecida’ tecnologia. Ledo engano. Era um período que o Nestcape e o IE disputavam ainda a divisão do mercado de browsers, e era um verdadeiro contorcionismo fazer esta tipo de código funcionar transparentemente. Somente por volta de 2004 que o mercado de browsers se estabilizou num IE dominante e um Mozilla crescente, ambos compatíveis com as trocas assíncronas do JavaScript e do XML.